Produtividade em Java EE

O mundo Open-Source mudou para sempre a modalidade de aquisição de software, colocando em derrocada diversas opções comerciais e oferecendo aos clientes independência de fornecedores, liberdade de escolha, custos de licenciamento de software eliminados ou reduzidos a frações dos modelos anteriores.

No entanto, no mundo J2EE, as frameworks disponíveis não podem ser consideradas produtos acabados, já que envolvem, habitualmente, a necessidade de se exercer uma diversidade de desenvolvimento de códigos de “última milha”, que permitam reunir dezenas destes componentes de base em uma solução mais adequada em termos de produtividade para o dia a dia das empresas, que necessitam de produtividade imediata (out of box). Estes trabalhos de reuso e desenvolvimento de “última milha” são habitualmente subestimados. Na experiência da Powerlogic, por exemplo, já duram mais de três anos com equipe de cerca de cinco profissionais, e resultando em códigos genéricos, horizontais, de interesse comum, o que finda por levar as empresas a constatar que não há sentido em internalizar estes trabalhos e assimilar todos estes riscos para o seu negócio.

O primeiro estudo sobre o mercado de software aberto, realizado pelo Delphi Group em 2004, aponta que, para que o Open-Source saia das adjacências das empresas para seu core business (aplicações de missão crítica), os CIOs americanos esperam por um parceiro comercial responsável por prazos, qualidade, suporte, documentação e códigos commodities (especializações gerais), caracterizando claramente uma demanda por uma fina camada comercial em torno do Open-Source, que o mantenha flexível e aberto, porém que o complemente com as vantagens da embalagem e acabamento comerciais.

O Delphi Group batizou este “futuro do Open-Source” como Open-Source 2.0 e esta modalidade de licenciamento como managed open-source.

O jCompany é a primeira e, atualmente, a única solução nacional na linha do J2EE Open-Source genuinamente aderente a esta filosofia do Delphi Group.

O advento do amadurecimento do mercado J2EE Open-Source iniciou-se em 2002, e a Powerlogic se baseou, desde então, no uso destes novos insumos para criar/ocupar um nicho inédito, tanto do ponto de vista de solução técnica (framework Open-Source de integração ou “última milha”), quanto do ponto de vista de modelo comercial (Professional Open-Source ou Open-Source 2.0).

A visão do software livre menos romântica e mais afeita a custo/benefício, mudando a ênfase do “menor custo” para o “melhor custo/benefício”, foi colocada em prática e atestada no mercado brasilieiro pela alta aceitação do produto até o presente momento.

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