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Métodos Ágeis e Scrum

Consultoria Powerlogic em Métodos Ágeis & Scrum

Apesar de reconhecida nacionalmente pela sua expertise na produção de softwares como o jCompany Developer Suite, o que poucos ainda sabem é que a Powerlogic possui notória especialização, teórica e prática de mais de seis anos, em métodos ágeis como Scrum e XP.

Com mais de 300 Sprints (iterações de desenvolvimento ágeis) rodados e aperfeiçoados ao longo dos últimos anos, o Processo Ágil da Powerlogic incorpora grande nível de abrangência (últimas evoluções do Scrum, XP e Lean Principles) e profundidade compatível com resultados esperados pelos níveis CMMI 3 e MPS.BR Nível C.


Cronologia

  • Julho/2002: Adoção de métodos ágeis e Scrum pela Diretoria de Tecnologia;
  • Outubro/2002:  Palestra “Tirando o Máximo do Scrum”, ministrada pelo Diretor Paulo Alvim no eXtremme Programming Brasil;
  • 2003-2009: Mais de 200 Sprints rodados e aperfeiçoados iterativamente;
  • 2007: Primeira empresa a se certificar em MPS.BR Nível F (equiv.: CMMI 2) com processo centrado em Scrum, XP e utilizando ferramental de ALM;
  • 2008: Diversas palestras e artigos sobre a experiência da Powerlogic (MPS.BR Nível F Ágil);
  • Abril/2009: Contribuição para o projeto Eclipse EPF, incluindo a tradução para português da documentação básica do Scrum em formato SPEM 2.0;
  • Agosto/2009: Lançamento da consultoria para repasse de know-how em métodos ágeis, Scrum, XP, Lean e EPF/SPEM;
  • Março/2010: Primeira empresa do país a certificar em Nível C utilizando métodos ágeis, o Scrum.


Trilha Rápida para Adoção de Métodos Ágeis Certificados com EPF/SPEM, Scrum, XP e Lean Principles

Este programa resume uma estratégia para introdução de práticas ágeis seja em empresas que hoje não possuem um processo definido, seja em empresas que possuem processos ainda com alto índice de burocracia indesejável.

Exs.: Variações do Processo Unificado ou implementações CMMI com pouca racionalização e/ou que não incorporam práticas verdadeiramente iterativas e incrementais.

Neste sentido, trata-se de uma verdadeira trilha (Road Map) para adoção consistente de métodos ágeis cujos resultados esperados são:

  • Produção de um processo ágil formal, documentado em padrão SPEM 2.0 (http://www.omg.org/spec/SPEM/2.0/) da OMG* e com práticas de SEPG que atendem potencialmente (mas não necessariamente) a certificações de mercado como MPS.BR e/ou CMMI.
    Importante: A Powerlogic disponibiliza para clientes desta consultoria todos os seus ativos de processo reutilizáveis documentados na Diretoria de Tecnologia, especializados de XP, Scrum, Lean Principles e Open-UP, de modo a permitir uma primeira versão do processo rápida e com alto valor agregado.
  • Formação de papéis, introdução de práticas e acompanhamento/inspeção de sua correta aplicação ao longo de um número adequado de iterações (**)
  • Ganhos advindos da aplicação de princípios da “manufatura enxuta” (Lean Principles):
  • Aumento considerável da produtividade/time-to-market, da ordem de 30% a 200%, especialmente devido à aproximação de atividades (iteratividade) e redução de desperdícios;
  • Aumento considerável da eficácia devido ao foco em “pilhas priorizadas para maximizar o valor de negócio para o cliente” (pull) em lugar de cronogramas clássicos (push) de atividades;
  • Aumento da qualidade com introdução de “qualidade intrínseca, JIT - Just-In-Time”, em contraposição ao modelo cascata (área de controle de qualidade tradicional);
  • Melhoria da colaboração e do clima geral de relacionamento com o cliente através de papeis de aproximação que permitem inovações criativas, como por exemplo, o Product Owner;
  • Diminuição considerável do risco de projetos sub-utilizados a partir de entregas frequentes (par de semanas) de software funcional e com qualidade;
  • Gestão “sutil e eficaz”, com introdução de práticas que maximizam a produção dos times juntamente com a satisfação com o trabalho (peer-pressure, whole-team, commitment, etc.).

(*) Padrão de mercado para documentação de processos de software.
(**) Segundo números do mercado internacional, uma equipe levará em média 9 Iterações (Sprints) assistidas para internalizar corretamente as práticas do Scrum.


O Programa

Etapa 1) Curso Tirando o Máximo de Métodos Ágeis com Scrum, XP e Lean Principles
Prazo: 2 dias
Carga Horária: 16 horas

Etapa 2) Consultoria: Fundamentos do Scrum (Scrum Type A)
Prazo: Pre-Game (1 mês), 8 Sprints de 15 dias (4 meses) e Post-Game (1 mês) = 6 meses
Carga Horária de Consultoria (Introdução, Controle, Medição e Acompanhamento da Implantação): máximo de 320 horas (4 horas/dia)

Considerações:

Embora possível o uso de ferramental, recomenda-se a ênfase em uso de planilhas e/ou recursos simples, nesta etapa, todos fornecidos pela Powerlogic. A utilização de ferramental presente na empresa ou contratado (ex: ALM) deverá ser posteriormente considerada, devido a sua aderência aos processos e apoio na obtenção dos resultados ágeis esperados.

Esta fase é suficiente para a incorporação dos métodos ágeis em projetos de manutenção e/ou evolução mais simples com grandes resultados, mas não é suficiente para incorporação de projetos mais complexos ou que atendam a certificações de mercado (MPS.BR/CMMI).


2.1. Práticas de Gerência de Projetos a serem Implantadas

  • Desenvolvimento Iterativo & Incremental com Pre-Game, Sprint e Post-Game;
  • Reunião de planejamento de Sprint Planning 1 e Sprint Planning 2;
  • Reunião de validação e entrega de Sprint Review;
  • Reunião de lições aprendidas e adaptações de Sprint Retrospective (WWW, WCBI);
  • Reunião de acompanhamento diário Daily Scrum;
  • Gerenciamento de Riscos com Impediment Backlog;
  • Confecção e Acompanhamento do Gráfico de Release BurnUp;
  • Confecção e Acompanhamento do Gráfico de Sprint BurnDown;
  • Criação e atualização do Agile Radiator (Quadro Branco, Post-Its, etc.).


2.2. Práticas de Gerência de Requisitos

  • Criação de Requisitos com Product Backlog;
  • Ranking do Product Backlog;
  • Estimativa e Reestimativa de Tamanho do Product Backlog (Ideal Days);
  • Priorização do Product Backlog;
  • Criação de Atividades no Sprint Backlog;
  • Definição do Conceito de “Feito” (Done);
  • Prática de Visão Compartilhada (Shared Vision) com definição e reconvenção do Sprint Goal;
  • Estimativa e Calibração de Velocidade.


2.3. Práticas de Gerência de Configuração, QA (Garantia da Qualidade) e Engenharia de Software

  • Propriedade Coletiva de Código (Time Inteiro ou Whole Team) utilizando SVN ou CVS;
  • Solicitação de Mudanças Leves (LightWeight Change Request);


2.4. Papéis a Serem Estabelecidos e Desenvolvidos

  • Product Owner;
  • Scrum Máster;
  • Scrum Team;
  • Stakeholder;
  • Management;


2.5. Artefatos a serem Estabelecidos e Desenvolvidos

  • Product Backlog: Pilha de trabalháveis priorizada (requisitos, defeitos, refatoração);
  • Sprint Backlog: Pilha de atividades a serem trabalhadas em uma iteração (Sprint) pelo Scrum Team;
  • Impediment Backlog: Pilha de riscos e impedimentos menores revisada diariamente e trabalhada pelo Scrum Máster;
  • Sprint Agile Radiator: Quadro de gestão ágil à vista com indicadores e controles diariamente revisados de andamento;
  • Retrospective Backlog: Pilha de lições aprendidas, organizacionais e para o Scrum Team, mantida a cada iteração.


Etapa 3)
Consultoria: Expandindo o Scrum (Scrum Type B)
Prazo: Pre-Game (1 mês), 8 Sprints de 15 dias (4 meses) e Post-Game (1 mês) = 6 meses
Carga Horária de Consultoria (Introdução, Controle, Medição e Acompanhamento da Implantação de práticas avançadas): máximo de 320 horas (4 horas/dia)

Considerações:

  • Incorpora as práticas mais recentes de estruturação do trabalho dos Product Owners (PO), principalmente de elicitação de requisitos e projeto/design.
  • Considera alinhamento com objetivos organizacionais representados pelo “Management” (Alta Gestão).
  • Considera um espectro de práticas suficiente para atender a um gerenciamento de projeto como um todo, inclusive de portfólios que incluam programas (grandes projetos com equipes distintas), suficiente para introdução em novos projetos corporativos de qualquer porte.
  • Já considera e requer a introdução de ferramentas pontuais, porém não necessariamente integradas. A Powerlogic somente prestará consultoria em ferramentas de sua especialidade, baseadas em tecnologia Java EE Open Source e abaixo citadas.


3.1. Práticas de Gerência de Projetos Avançadas

  • Desenvolvimento Iterativo & Incremental: introdução das fases de Pre-Sprint (trabalho do PO Team) e Post-Sprint (Trabalho do QC Team);
  • Reunião de planejamento de projeto: Release Planning 1 (PO para Management) e Release Planning 2 (PO para Stakeholders);
  • Reunião de validação e entrega de projeto: Release Review 1 (PO para Management) e Release Review 2 (PO para Stakeholders);
  • Reunião de acompanhamento quase diário para Programas (Múltiplos Projetos Integrados) (Scrum of Scrums);
  • Gerenciamento de Riscos: Diferenciação de Riscos e Impedimentos;
  • Criação e atualização do Release Agile Radiator (Quadro Branco do PO para visão pela empresa do Road Map).


3.2. Práticas de Gerência de Requisitos Avançadas

  • Elaboração do Conceito de Desenvolvimento de Requisitos com “Temas (Road Map) -> Épicos -> Backlogs”;
  • Conciliação de Casos de Uso com Requisitos Ágeis;
  • Ranking do Product Backlog por Business Value (BV) ou Valor para o Negócio, com distribuição estruturada e alinhada com o negócio (Management);
  • Prática de “Visão Compartilhada” (Shared Vision) com definição e reconvenção do Release Goal.


3.3. Práticas de Gerência de Configuração, QA (Garantia da Qualidade) e Engenharia de Software Avançadas (Adicionais às implantadas na etapa anterior):

  • QA. Teste Concorrente (JIT – Just-In-Time) e Automatizado;
  • QA. Documentação Concorrente;
  • QA. Estratégia de Estruturação de Testes (Funcional/Aceitação, Integração End to End, Ambiente, etc.);
  • QA. Práticas de Verificação Manual (Technical Review Meeting) e Automatizada com Sonar, PMD, CheckStyle, ArchitetureRules, FindBugs;
  • ES. Arquitetura Evolucionária (Two-Level Architecture);
  • ES. Projeto (Design)/Modelagem Evolucionário (Two-Level Design);
  • XP. Continuous Integration - Integração Contínua, com Continuum ou Hudson. Inclui automação de Build e de geração de Mídia (DVD, Download);
  • XP. Refactoring – Refatoração;
  • XP. Pair-Programming - Programação em Pares;
  • XP. Test-Driven Design (TDD) - Desenvolvimento Dirigido por Testes, com JUnit e EasyMock.


3.4. Novos Papéis a serem Estabelecidos e Desenvolvidos

  • Estratégia de Gestão de Conhecimento para formação de perfil genérico-especialista;
  • Program Owner;
  • Scrum Team – Tester (membro do Scrum Team com especialização em testes);
  • Scrum Team – Publisher (membro do Scrum Team com especialização em documentação);
  • Stakeholder Prime.


3.5. Artefatos a serem Estabelecidos e Desenvolvidos

  • Product Backlog: Pilha de “trabalháveis” (requisitos, defeitos, refatoração) priorizada. Em planilha fornecida;
  • Sprint Backlog: Pilha de atividades a serem trabalhadas em uma iteração (Sprint) pelo Scrum Team;
  • Impediment Backlog: Pilha de riscos e impedimentos menores revisada diariamente e trabalhada pelo Scrum Master;
  • Sprint Agile Radiator: Quadro de gestão ágil à vista com indicadores e controles diariamente revisados de andamento;
  • Retrospective Backlog: Pilha de “lições aprendidas”, organizacionais e para o Scrum Team, mantida a cada iteração;


Etapa 4)
Consultoria: Tirando o Máximo de Métodos Ágeis com Automação
Prazo: 6 meses
Carga Horária de Consultoria: Variada conforme as ferramentas, entre 320 a 640 horas (4 horas/dia)

Considerações:

. Embora ferramentas sejam um item à direita no Manifesto da Agilidade, sua importância nunca foi negligenciada e tem sido inclusive mais enfatizada por agilistas nos tempos atuais, isso porque muitas práticas de XP, Scrum e Lean em geral se tornam impossíveis de se realizar sem ferramental. Este módulo considera a utilização de um ferramental totalmente integrado (ou seja ALM ou Application Lifecycle Management) para apoiar a maior quantidade possível de atividades, preservando os princípios da manufatura enxuta (sem incluir formalismos que distraem o foco do objeto principal do processo, que é produzir aplicações de software rapidamente, com qualidade e eficácia).

. No caso da Powerlogic, envolve a introdução das diversas ferramentas de apoio do Powerlogic jALM, nas diversas áreas de processo: Requisito, Projeto, Qualidade, Configuração, Desenho/Modelagem, Mudança, Conhecimento, etc. A empresa pode optar neste ponto por outra suíte de ALM “ágil”, se lhe convier, uma vez que o processo estará implantado e receptível a automação por qualquer uma dentro de preceitos largamente aceitos e propagados no mercado.

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