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Soluções


Unidade de Projetos

O modelo de desenvolvimento de sistemas com base em Fábrica de Software procura aplicar os conceitos de produção em grande escala da indústria de manufatura a processos de produção de software. Os benefícios potenciais para o Cliente são: a prática mais rigorosa e organizada de padrões, princípios de melhoria contínua, especialização de funções e ganhos de escala.

A abordagem de Fábrica de Software não é nova, remonta da década de 70 quando as primeiras abordagens estruturadas de análise e especificação de sistemas aplicados ao desenvolvimento de software propiciaram, pela primeira vez, a separação do trabalho de especificação do de programação. A partir da criação destas “plantas” de definição de sistema, viabilizou-se a entrega do trabalho de programação para terceiros, especializados na etapa de construção e eventualmente estabelecidos fora da empresa, em ambientes dedicados a esta atividade.

Benefícios

  • Foco no Negócio

A partir da delegação para a Powerlogic dos serviços de desenvolvimento e manutenção dos sistemas Java EE, a empresa passa a contar com seu quadro interno focado em questões de negócio, mais alinhado com as áreas fins, dedicado a elaborar soluções diferenciadas, com visão de Analista de Negócios.

  • Utilização Estratégica da Tecnologia

A partir da desoneração do esforço diário de manutenção, estes Analistas de Negócio terão tempo disponível para absorver apropriadamente as inovações (Web, computação móvel, B2B, etc.) da Indústria de Tecnologia da Informação, buscando aplicá-las de forma mais criativa e diferenciada, em sintonia com o crescimento do negócio.

  • Mecanismos de Controle

A partir de uma experiência em seu primeiro ano, e com indicadores acordados entre as partes, a empresa passará a controlar os serviços terceirizados para a Fábrica através de indicadores de desempenho e qualidade, facilitando a gestão e o aprimoramento da relação com o fornecedor.

  • Análise de Riscos

Apesar das teorias denotarem certo bom senso, experiências mal sucedidas nas décadas de 80 e 90, com diversos modelos de Fábrica de Software, exigem uma reflexão mais aprofundada.

A Powerlogic analisa as questões que levaram a estes fracassos, expostos como fatores de risco, e aponta soluções atualizadas para eliminar ou diminuir estes riscos.
Estas soluções, hoje possíveis, são provenientes de estudos mais atuais sobre peculiaridades do processo de desenvolvimento de software e também devido ao advento da internet e do aprimoramento dos mecanismos de comunicação.


Organização Geral

  • Localização

Assim como a sua Sede, a localização da Fábrica de Software da Powerlogic é privilegiada para o atendimento ao cliente. Na região central de Belo Horizonte, no Espaço Séculus, é de fácil acesso e está próxima à Prefeitura, ao Palácio das Artes e aos principais e mais modernos hospitais da cidade.

  • Infra-Estrutura

Como infra-estrutura da Unidade de Projetos, a Powerlogic dispõe de sala projetada especialmente para o desenvolvimento de software.

Possui um ambiente de Desenvolvimento composto de Servidores de aplicação, clusterizados e de servidores de Banco de Dados Oracle, MS-SQL-Server, Postgres MySQL e Sybase.

  • Softwares

Sistema operacional Windows-XP, Windows 2000, Linux.
Controle de Versões com CVS.
SGBD Oracle, MS-SQL-Server, MySQL, Sybase e Postgres.
CASE Enterprise Architect e PowerDesigner.
MS Word.
MS Exchange/Outlook.

  • Supervisão

O trabalho de supervisão geral da Fábrica de Software consiste em acompanhamento das práticas e padrões determinados, comunicação com o Cliente e com os desenvolvedores da Fábrica, além da responsabilidade pelos indicadores de desempenho.


Padrões de Desenvolvimento

O nível de abrangência e qualidade dos padrões adotados pela Fábrica e pelos Projetistas é fundamental no modelo proposto.

No campo do desenvolvimento Java EE, a Fábrica de Software da Powerlogic prevê como padrões mínimos:

  • Orientação a Objeto

A utilização da OO, limitada às possibilidades da linguagem de desenvolvimento, deve ser ampla e aprimorada continuamente, uma vez que é, hoje, considerada a principal fonte de ampliação de produtividade e qualidade de software.

O uso da OO com base em framework deve ser preferencial e sempre que possível utilizada em substituição a qualquer abordagem de “geração de código” ou “model driven development”, uma vez que produz resultados mais efetivos, duradouros e comprovados.

A Powerlogic tem vasta experiência em uso aplicado da Orientação a Objetos, tanto para ambientes Cliente/Servidor quanto para Java EE, através de framework que definem padrões claros para Desenvolvedores e Projetistas.

  • UML

A linguagem de modelagem adotada por toda a indústria de TI deve ser adotada como mecanismos de formalização do Projetista, mas utilizada de forma ágil e sucinta.
A Powerlogic possui uma Metodologia de Especificação denominada Powerlogic Agilie Unified Process que evita os perigosos caminhos do excesso de especificação que a UML e o UP tendem a produzir (especificação monumental), ao mesmo tempo em que mantém a formalização necessária.

  • Controle de Versões

A Powerlogic utiliza Controle de Versões de Programas Fonte e Executáveis, com conceito de integração contínua, ou seja, da geração diária de uma versão executável integrada do trabalho.

Um sistema de Controle de Versões não somente é essencial para o recebimento, entrega e controle do trabalho em equipe, como também para manter estatísticas sobre o andamento dos trabalhos através dos incrementos diários (daily builds).

  • Documentação Técnica e Qualidade dos Códigos Fontes

A documentação técnica dos projetos não deve se limitar aos modelos UML dos Projetistas, mas se manifestar dentro dos programas na forma de código fonte legível, de alta qualidade.

Práticas OO como encapsulamento de código, confecção de métodos e classes com poucas e bem definidas funções, baixo acoplamento e alta coesão, além, é claro, de comentários bem utilizados, são fatores necessários. Estas são práticas promovidas e garantidas pela Powerlogic através de padrões de suas frameworks e do uso de ferramentas de vistoria automatizada.

O modelo de desenvolvimento de sistemas com base em Fábrica de Software procura aplicar os conceitos de produção em grande escala da indústria de manufatura a processos de produção de software. Os benefícios potenciais para o Cliente são: a prática mais rigorosa e organizada de padrões, princípios de melhoria contínua, especialização de funções e ganhos de escala.

A abordagem de Fábrica de Software não é nova, remonta da década de 70 quando as primeiras abordagens estruturadas de análise e especificação de sistemas aplicados ao desenvolvimento de software propiciaram, pela primeira vez, a separação do trabalho de especificação do de programação. A partir da criação destas “plantas” de definição de sistema, viabilizou-se a entrega do trabalho de programação para terceiros, especializados na etapa de construção e eventualmente estabelecidos fora da empresa, em ambientes dedicados a esta atividade.

Benefícios

  • Foco no Negócio

A partir da delegação para a Powerlogic dos serviços de desenvolvimento e manutenção dos sistemas Java EE, a empresa passa a contar com seu quadro interno focado em questões de negócio, mais alinhado com as áreas fins, dedicado a elaborar soluções diferenciadas, com visão de Analista de Negócios.

  • Utilização Estratégica da Tecnologia

A partir da desoneração do esforço diário de manutenção, estes Analistas de Negócio terão tempo disponível para absorver apropriadamente as inovações (Web, computação móvel, B2B, etc.) da Indústria de Tecnologia da Informação, buscando aplicá-las de forma mais criativa e diferenciada, em sintonia com o crescimento do negócio.

  • Mecanismos de Controle

A partir de uma experiência em seu primeiro ano, e com indicadores acordados entre as partes, a empresa passará a controlar os serviços terceirizados para a Fábrica através de indicadores de desempenho e qualidade, facilitando a gestão e o aprimoramento da relação com o fornecedor.

  • Análise de Riscos

Apesar das teorias denotarem certo bom senso, experiências mal sucedidas nas décadas de 80 e 90, com diversos modelos de Fábrica de Software, exigem uma reflexão mais aprofundada.

A Powerlogic analisa as questões que levaram a estes fracassos, expostos como fatores de risco, e aponta soluções atualizadas para eliminar ou diminuir estes riscos.
Estas soluções, hoje possíveis, são provenientes de estudos mais atuais sobre peculiaridades do processo de desenvolvimento de software e também devido ao advento da internet e do aprimoramento dos mecanismos de comunicação.


Organização Geral

  • Localização

Assim como a sua Sede, a localização da Fábrica de Software da Powerlogic é privilegiada para o atendimento ao cliente. Na região central de Belo Horizonte, no Espaço Séculus, é de fácil acesso e está próxima à Prefeitura, ao Palácio das Artes e aos principais e mais modernos hospitais da cidade.

  • Infra-Estrutura

Como infra-estrutura da Unidade de Projetos, a Powerlogic dispõe de sala projetada especialmente para o desenvolvimento de software.

Possui um ambiente de Desenvolvimento composto de Servidores de aplicação, clusterizados e de servidores de Banco de Dados Oracle, MS-SQL-Server, Postgres MySQL e Sybase.

  • Softwares

Sistema operacional Windows-XP, Windows 2000, Linux.
Controle de Versões com CVS.
SGBD Oracle, MS-SQL-Server, MySQL, Sybase e Postgres.
CASE Enterprise Architect e PowerDesigner.
MS Word.
MS Exchange/Outlook.

  • Supervisão

O trabalho de supervisão geral da Fábrica de Software consiste em acompanhamento das práticas e padrões determinados, comunicação com o Cliente e com os desenvolvedores da Fábrica, além da responsabilidade pelos indicadores de desempenho.


Padrões de Desenvolvimento

O nível de abrangência e qualidade dos padrões adotados pela Fábrica e pelos Projetistas é fundamental no modelo proposto.

No campo do desenvolvimento Java EE, a Fábrica de Software da Powerlogic prevê como padrões mínimos:

  • Orientação a Objeto

A utilização da OO, limitada às possibilidades da linguagem de desenvolvimento, deve ser ampla e aprimorada continuamente, uma vez que é, hoje, considerada a principal fonte de ampliação de produtividade e qualidade de software.

O uso da OO com base em framework deve ser preferencial e sempre que possível utilizada em substituição a qualquer abordagem de “geração de código” ou “model driven development”, uma vez que produz resultados mais efetivos, duradouros e comprovados.

A Powerlogic tem vasta experiência em uso aplicado da Orientação a Objetos, tanto para ambientes Cliente/Servidor quanto para Java EE, através de framework que definem padrões claros para Desenvolvedores e Projetistas.

  • UML

A linguagem de modelagem adotada por toda a indústria de TI deve ser adotada como mecanismos de formalização do Projetista, mas utilizada de forma ágil e sucinta.
A Powerlogic possui uma Metodologia de Especificação denominada Powerlogic Agilie Unified Process que evita os perigosos caminhos do excesso de especificação que a UML e o UP tendem a produzir (especificação monumental), ao mesmo tempo em que mantém a formalização necessária.

  • Controle de Versões

A Powerlogic utiliza Controle de Versões de Programas Fonte e Executáveis, com conceito de integração contínua, ou seja, da geração diária de uma versão executável integrada do trabalho.

Um sistema de Controle de Versões não somente é essencial para o recebimento, entrega e controle do trabalho em equipe, como também para manter estatísticas sobre o andamento dos trabalhos através dos incrementos diários (daily builds).

  • Documentação Técnica e Qualidade dos Códigos Fontes

A documentação técnica dos projetos não deve se limitar aos modelos UML dos Projetistas, mas se manifestar dentro dos programas na forma de código fonte legível, de alta qualidade.

Práticas OO como encapsulamento de código, confecção de métodos e classes com poucas e bem definidas funções, baixo acoplamento e alta coesão, além, é claro, de comentários bem utilizados, são fatores necessários. Estas são práticas promovidas e garantidas pela Powerlogic através de padrões de suas frameworks e do uso de ferramentas de vistoria automatizada.

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